Importante polo formador de profissionais da área de Saúde, Ribeirão Preto conta com quatro bacharelados médicos — um público e três particulares —, sendo o mais recente, da Estácio, autorizado pelo Ministério da Educação (MEC) em julho de 2014 e o mais antigo, da Universidade de São Paulo (USP), criado em 1952. Cada vez mais comprometidos com a humanização dos serviços e com a atenção integral ao cidadão, dispõem também da mais alta tecnologia em equipamentos e recursos pedagógicos. Com isso, a cidade atrai estudantes e docentes, tornando-se uma forte referência em termos de Saúde para a região e o país, podendo se orgulhar de reter talentos e oferecer alto nível em termos de atendimento em saúde.

O pioneirismo da USP
Implantada em maio de 1952 em Ribeirão Preto, a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMRP-USP), no decorrer de sua história, tornou-se um conceituado centro formador de profissionais da área de Saúde, totalizando quase seis mil médicos graduados dentro do perfil profissional generalista, humanista, crítico e reflexivo. Em 65 anos, foram muitas mudanças para acompanhar o sistema de saúde, o surgimento doenças, a descoberta de medicamentos, entre outras evoluções. 

Atualmente, são 622 alunos sendo orientados por 354 docentes, 95% dos quais em regime de dedicação exclusiva ao ensino, pesquisa e assistência à comunidade. O curso tem duração de seis anos (12 semestres), correspondendo a um total de 9.690 horas, sendo que 4.200 são voltadas ao estágio no internato. A formação é generalista e, após esse período, o aluno pode participar dos concursos de residência médica oferecidos em todo o país, além de programas no exterior. 

“Já nos primeiros anos de atividade, a FMRP-USP despontou para seu importante papel na formação do médico brasileiro, sendo também pioneira no ensino descentralizado, conforme apregoa a Nova Lei Brasileira de Diretrizes Curriculares para os cursos de Medicina”, enfatiza o vice-coordenador Miguel Angelo Hyppolito.

A preocupação da instituição, segundo Miguel, é formar profissionais capazes de interpretar e intervir na realidade social do país, atuando nos diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, recuperação e reabilitação, nos âmbitos individual e coletivo. “Em sua essência, a instituição espera formar um profissional apto a atuar de forma competente na atenção integral à saúde dos indivíduos e da população, incluindo a resolução dos problemas mais prevalentes no sistema público vigente no país, mas que esteja também em condições de obter acesso aos programas de treinamento especializado e de iniciar formação pós-graduada para a vida acadêmica, formando também mestres, doutores, pesquisadores e pós-doutores, e desenvolvendo importantes pesquisas, contribuindo para a evolução do conhecimento científico”, salienta o vice-coordenador.

Estrutura
Como diferenciais, Miguel destaca, além dos alunos, professores e funcionários, a oferta do maior número de cenários de prática para a formação do médico, com uma rede integrada de assistência em todos os níveis do Sistema de Saúde. São 750 leitos no HCRP, 150 na Unidade de Emergência, 45 na Maternidade Mater, 50 no Hospital Estadual de Ribeirão Preto e 158 em Américo Brasiliense, totalizando 724 mil atendimentos e 14 mil cirurgias anuais, além dos atendimentos nas unidades básicas de saúde, centros de saúde escola e unidades de saúde da família. Em 2017, o HC-Criança ampliou consideravelmente o atendimento às crianças e aos adolescentes. “Somos um centro de Formação de professores para diversas faculdades de Medicina e universidades na própria cidade de Ribeirão Preto, para o Brasil e para o exterior”, define Miguel.

Comprometimento 
Miguel Hyppolito foi coordenador do Curso de Medicina de 2013 a 2016 e, atualmente, é  o vice-coordenador da Comissão Coordenadora do Curso e vice–presidente da Comissão de Graduação da FMRP-USP. Sua expectativa é promover a revisão e a reformulação dos conteúdos básicos, além da readequação da carga horária, da modernização do sistema de avaliação formativa e do estímulo à proatividade tanto dos alunos como dos docentes.
Com mais de 20 anos de experiência, o médico e docente destaca como essencial para o candidato à profissão: comprometimento. Segundo Miguel, o aumento na expectativa de vida propicia a busca de melhores condições e os profissionais da saúde, particularmente da Medicina, precisam ser capacitados, especializados e atualizados. “A busca da profissão médica como ‘status’ social, como ocorria há cerca de 20 anos, não é a realidade agora. O interesse nas novidades tecnológicas, aplicação de informática biomédica e estética corporal não devem ser desvinculados dos paradigmas da Medicina, com devoção e comprometimento com o trabalho e doação na relação médico-paciente, pautada no equilíbrio emocional e ética para o bem-estar individual e coletivo”, completa Miguel.

A construção do conhecimento
O Curso de Medicina da Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP) foi criado em 1997 e, em 2003, adotou a metodologia PBL (Problem Based Learning — Aprendizagem Baseada em Problemas), em que, ao contrário da metodologia tradicional, na qual o professor tenta transferir o conhecimento, o aluno constrói seu aprendizado sob a orientação de um professor-tutor. O método se sustenta em situações-problema, possibilitando trabalhar desde o começo do curso em casos clínicos reais, pesquisando as causas e as soluções. 

Investindo em recursos de ensino/aprendizagem próprios e em parcerias com o Sistema Único de Saúde (SUS) e com hospitais da cidade e da região, a Universidade confere ao aluno a visão real do exercício profissional no contexto brasileiro. Aproximadamente 30% da carga horária total está voltada à Atenção Básica em Saúde. Durante o internato médico, há substancial carga horária em Urgência e Emergência Médica e o estudante pode fazer estágios optativos, que permitem visão do mercado de trabalho nas especialidades de seu interesse. Somado a outros diferenciais, o curso objetiva a formação do médico generalista em seis anos, com carga horária total de 7.541 horas. Em 2017, a Unaerp contou com 105 docentes assistindo 826 alunos. 

O curso oferece Residência Médica em dez áreas: cancerologia clínica, cardiologia, cirurgia geral, clínica médica, ginecologia e obstetrícia, medicina de família e comunidade, oftalmologia, pediatria e urologia. Com essa orientação, alcançou patamar 4 no Conceito Preliminar de Curso (CPC), do Ministério da Educação (MEC) 2016, está entre as seis instituições particulares aprovadas no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) 2016, é o 9º melhor curso do Estado de São Paulo entre as instituições particulares no RUF 2017 (Ranking Universitário do jornal Folha de S. Paulo), 16º entre todos os cursos, públicos e particulares, do estado de São Paulo no RUF 2017 e 3 Estrelas pelo Guia do Estudante Abril 2014. “Formamos médicos capazes de resolver os principais agravos de saúde da população brasileira, dentro do sistema do SUS, com ênfase no trabalho em equipe multiprofissional. Nossa principal expectativa é que o futuro médico tenha condições plenas — materiais, técnicas e espirituais —, para o exercício ético-profissional da Medicina”, enfatiza o coordenador do curso, Reinaldo Bulgarelli Bestetti.

Estrutura
Mesmo antes do projeto de universidade, sob a direção do professor Electro Bonini, a Unaerp direcionava investimentos para a implantação da área de saúde, que viria a culminar no curso de Medicina. Inicialmente, na década de 1980, a instituição implantou as graduações em Odontologia, Farmácia e Fisioterapia. Depois, vieram Nutrição, Enfermagem, Psicologia e Fonoaudiologia. Com infraestrutura completa e recursos para fundar o hospital próprio no Campus, a Unaerp, então, implantou a Medicina. 

O curso mantém como cenários de aprendizagem e infraestrutura o Hospital Electro Bonini (HEB), da própria Universidade, no campus Ribeirão — uma unidade referência no atendimento secundário na Região Leste, dentro do SUS —, e a Maternidade Cidinha Bonini, que oferece atendimento a conveniados e particulares, além do SUS. Também atua nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), nas Unidades de Pronto-Atendimento (UPA), nas Unidades Básicas e Distritais de Saúde (UBDS), na Unidade de Saúde da Família (USF), no Hospital Santa Tereza (que oferece leitos para a internação de pacientes na área de psiquiatria), na Enfermaria de Pediatria do Hospital Santa Lydia (hospital municipal que disponibiliza leitos e UTI neonatal e infantil), no Hospital Beneficência Portuguesa (referência de nível secundário e terciário), no campo de estágio, internato e residência médica para os graduandos e pós-graduandos da Unaerp e na Santa Casa de Batatais. 

Responsabilidade
Mestre, doutor e livre-docente, especialista em Cardiologia, Reinaldo Bestetti assumiu a coordenação em 2009.  “Participei do núcleo estruturante do curso de Medicina da Unaerp, de 1997 a 2000, e da coordenação do curso de Medicina de outra instituição, de 2001 a 2006. Também fui chefe da disciplina de Cardiologia e do Departamento de Cirurgia Cardiovascular da Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP) durante vários anos”, conta Reinaldo. De acordo com o coordenador, o Curso de Medicina da Unaerp assume grande responsabilidade, inserido no contexto da cidade como formadora de profissionais da área médica para outras cidades e estados. 

Além disso, oferece atendimento profissional para milhares de pessoas, dentro do sistema de referência do SUS, contribuindo para a melhoria do processo saúde-doença local. “Trabalhamos para que os estudantes sejam felizes na profissão escolhida. Ao final do curso, desejamos que nossos alunos sejam capazes de reconhecer e tratar as principais doenças que acometem o ser humano, bem como recuperar a saúde das pessoas. Os que quiserem ser especialistas, que tenham a competência necessária para cumprir o programa de residência médica ofertado pelo MEC”, reforça Reinaldo.

O investimento no humano
Autorizado em 1999 e reconhecido pela Portaria-MEC 2.375 em 5 de julho de 2005, desde a fundação, o curso de Medicina do Centro Universitário Barão de Mauá (CBM) obteve aprovação em todas as avaliações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP), alcançando em 2017 o conceito 4 (de 0 até 5 possíveis). Em quase 20 anos, o projeto pedagógico foi aprimorado e convênios foram ampliados para o treinamento dos futuros profissionais médicos, inclusive em urgências e emergências. 

Segundo o coordenador de curso, Prof. Dr. Ricardo Miranda Lessa, o compromisso do CBM com a sociedade está na formação do verdadeiro médico, aquele que extrapola os limites do exercício da medicina, na dimensão técnica e de domínio das ciências da saúde. “O perfil do médico no qual investimos é do indivíduo que, além da expertise médica, reúne uma série de habilidades imprescindíveis a esse profissional, tais como a capacidade de comunicação com os pacientes, os colegas, a equipe de trabalho, a imprensa e a sociedade”, enfatiza Ricardo. 

Estrutura
Para formar esse profissional, a Barão de Mauá oferece um curso de 12 semestres, com carga horária total de 8.356 horas para graduação em Medicina e residência médica que varia de dois a cinco anos, em função da área de especialização pretendida. A Santa Casa de Ribeirão Preto, hospital de ensino do curso de Medicina do CBM, dispõe de 89 novas vagas anuais de especialização/residência médica — de um total de aproximadamente 200 distribuídas nos demais anos (R1, 2, 3, 4 e 5) —, nas áreas de anestesiologia, cancerologia clínica, cardiologia, cirurgia geral, cirurgia geral avançada, cirurgia vascular, clínica médica, ginecologia e obstetrícia, medicina intensiva, nefrologia, neurocirurgia, oftalmologia, ortopedia e traumatologia, pediatria e urologia.

Atualmente, 75 docentes são responsáveis pelo ensino de aproximadamente 511 alunos. No desenvolvimento do trabalho pedagógico, o corpo docente busca o constante aperfeiçoamento da metodologia aplicada nas atividades. Por meio de uma abordagem que privilegia a dimensão crítica e criativa, resgata a dimensão humana do trabalho, a intervenção consciente no processo produtivo e o fortalecimento do exercício da cidadania, permeando os temas político-sociais, ambientais e relativos aos direitos humanos de forma interdisciplinar e transversal, por meio dos conteúdos curriculares.

Como instrumentos no processo de ensino/aprendizagem são utilizados estudos em grupo, sob supervisão docente, utilizando-se os princípios do Team Based Learning (TBL), que consiste em criar oportunidades e obter benefícios por meio do desenvolvimento do trabalho em pequenos grupos de estudantes, propondo-se a induzi-los à preparação prévia para as atividades em classe. A fundamentação teórica é baseada no construtivismo, no qual o docente se torna um facilitador para a aprendizagem em um ambiente que privilegia a igualdade, evocando-se as experiências prévias e desenvolvendo a habilidade de aprender a aprender, que permite uma análise crítica e reflexiva do aluno dos conteúdos teóricos e a aplicação na prática.

Humanidade
Mestre e doutor, especialista em Otorrinolaringologia e pós-graduado em Medicina Estética, Ricardo Miranda Lessa assumiu a coordenação do Curso de Medicina no Centro Universitário Barão de Mauá em 2007, com a missão de atuar como um agente facilitador de mudanças no curso e no comportamento de docentes e de colaboradores. Médico preceptor de residência médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP-RP, desde 2013, e professor titular de Otorrinolaringologia do Curso de Medicina do CBM, desde 2001, Ricardo acumula funções politicas, gerenciais, acadêmicas e institucionais. “A atuação de um coordenador de curso é, hoje, considerada, pelo Ministério da Educação como um dos eixos centrais do desenvolvimento do Ensino Superior brasileiro. Esse profissional é o responsável pela articulação das pessoas em torno de um projeto de formação universitária. Perseverança e respeito são fundamentais”, pontua Ricardo.

Com a expectativa de contribuir para a formação de profissionais éticos, responsáveis e competentes no exercício de uma medicina mais humanizada, Ricardo destaca que o médico, na atualidade, deve ser consciente do papel dinâmico que representa na sociedade e que seu trabalho como coordenador objetivando a referência para entregar profissionais não apenas de conteúdo e habilidades, mas, também, de valores e capacidade de atitude como agentes transformadores do meio onde estiverem inseridos, perseverantes na busca por uma sociedade igualitária e humana.



O desafio da implantação
O curso médico do Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto conta com a tradição e a experiência da Estácio, Instituição de Ensino Superior com 47 anos de atuação, e que hoje oferece 7 cursos de Medicina distribuídos por diversos municípios brasileiros, sob a gestão nacional do Prof. Sílvio Pessanha Neto. O projeto com todos os detalhes pedagógicos e estruturais foi submetido ao Ministério de Educação e Cultura e aprovado por unanimidade por uma comissão formada por professores de universidades federais.

O curso teve início no segundo semestre de 2014, após receber a autorização do MEC, pela Portaria nº 399, de 22 de julho de 2014, com nota 4 (sendo a nota máxima possível 5). Desde então, vivencia a busca diária pela manutenção de um alto padrão de ensino. A graduação tem duração de seis anos (12 semestres), com carga horária de 9.680 horas (incluindo optativa e atividade de campo), sendo 3.520 dessas horas cumpridas no período de dois anos do internato. As atividades de campo somam 792 horas. Com proposta dinâmica e participação ativa dos alunos — sendo o corpo docente formado por 80 professores com larga experiência em ensino, com doutorado e alguns com pós-doutorado no exterior —, o curso da Estácio formará sua primeira turma de médicos no fim do primeiro semestre de 2020. Em 2018, os alunos entram no oitavo período do curso, iniciando o Internato no segundo semestre.

Os cenários de aprendizagem prática, na atenção básica, acontecem nas estratégias de saúde da família e nas unidades básicas de saúde dos municípios de Serrana, Jardinópolis, Brodowski e, em nível hospitalar, na Santa Casa de Sertãozinho, Santa Casa de Serrana, Santa Casa de Pontal, Fundação Hospital Santa Lydia e Hospital de Retaguarda Francisco de Assis, em Ribeirão Preto. “É um desafio iniciar um novo curso médico, porém, temos convicção de que, com o apoio irrestrito que temos da instituição e a participação competente e responsável do corpo docente, alcançaremos os objetivos propostos”, enfatiza a coordenadora Carla Campos Petean Silva.

Estrutura
A missão do curso de Medicina da Estácio é formar profissionais de alto nível técnico e com sólida base humanista, compromissados com a integralidade das ações de promoção, prevenção, tratamento e recuperação da saúde. Essa formação leva em consideração as interações do indivíduo com os familiares e o ambiente histórico social, buscando atender, no contexto do Sistema Único de Saúde, à necessidade de melhorar a qualidade de vida do ser humano e desenvolver uma nova racionalidade dos cuidados em saúde, incluindo em destaque a prática médica a partir da estratégia de saúde da família.

Para atingir esse objetivo, a inserção dos alunos no cenário de aprendizagem começa já no primeiro semestre, com a atuação na atenção básica (estratégias de saúde da família e unidades básicas de saúde) nos municípios que mantêm convênio com a instituição. A disciplina da Saúde da Família é um dos eixos norteadores do currículo, estando presente em todos os períodos do curso, inclusive no internato, com a Atenção Integral à Saúde da Família, em consonância com as novas diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina. Privilegia-se a adoção de metodologias ativas, coerentes com os objetivos e os conteúdos de ensino, e que considerem a experiência concreta do estudante como ponto de partida do trabalho pedagógico. 

Cooperação
Especialista e mestre na área de Ginecologia e Obstetrícia, Carla Campos Petean Silva assumiu a coordenação do curso de Medicina do Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto em 2016.

Com dez anos de experiência como docente em outra instituição, tendo vivenciado metodologias ativas de aprendizagem, em âmbito prático, na atenção básica e em tutoria, Carla se sente estimulada a atuar no contexto pedagógico e de gestão, apoiando um novo processo de formação, que objetiva extrapolar o aprendizado do conteúdo curricular e atuar na moldagem de um profissional ético e corresponsável para o cuidado integral à saúde. “Todas as minhas metas e propostas buscam fomentar essa nova formação do profissional médico, baseada em valores éticos, humanos e de responsabilidade, com a valorização da atuação em uma equipe multiprofissional, através do método clínico e do cuidado centrado na pessoa, em todos os aspectos, inserido numa perspectiva individual e coletiva de atenção à saúde”, explica a coordenadora.

Para ela, a importância da Medicina para a sociedade transcende a possibilidade somente do tratamento do paciente. Está na arte de cuidar dele como um todo, na sua integralidade, tanto no contexto biológico, psicológico e social, quanto na promoção da saúde”, conclui Carla.